A novidade é o gabinete de um Deputado Federal que se diz conservador, sendo assessorado/chefiado por um intenso e declarado eleitor militante do então presidente Lula. Comum não é mesmo? Como gostaríamos que essa ironia não fosse necessária.
Num quadro como esse, o que se pode pensar é que André Ferreira acredita que os eleitores são inocentes, uma vez que ele já afirmou uma possível candidatura à prefeitura de Recife no próximo pleito, muito provavelmente, continuando pelo PL, partido presidido estadualmente, por seu irmão, Anderson Ferreira. Qual a coerência esperamos de um político que dia após dia apresenta dualidades em seu posicionamento e ideologia? Afinal, André segue apoiando o PL, Bolsonaro e toda ideologia ligada à eles ou já não tem tanta certeza de sua posição?
Até onde realmente existiram raízes e condutas de um político de direita, conservador? Agora paramos pra analisar: se é que existiram. Quais as “novidades” que os eleitores de direita ainda devem esperar dos pseudo conservadores como André Ferreira? Só resta lamentar e acompanhar as cenas dos próximos capítulos.
