Diferente de uma simples observação, a fala de Adilson teve tom de denúncia. Ao apontar para o painel de preços que exibia a gasolina a R$ 6,69 (à vista) e R$ 6,81 (no crédito), o vereador questionou as promessas de campanha do atual governo. Para ele, a narrativa do "amor" utilizada na eleição não se traduz em bem-estar econômico para as famílias.
"A conta chegou e quem está pagando é o trabalhador. Não dá para aceitar que o combustível suba quase R$ 1,00 em tão pouco tempo e fiquemos calados. O povo foi enganado por promessas que não se sustentam na bomba", disparou o parlamentar.
Adilson utilizou o vídeo para convocar uma mobilização digital, incentivando os cidadãos a fiscalizarem e compararem os preços em suas regiões. A estratégia do vereador é clara: transformar a indignação individual em uma cobrança coletiva. Ele rebateu a tentativa de setores da esquerda de minimizar o aumento, utilizando de forma irônica para mostrar que, embora o valor da nota (R$ 10,00) possa ser o mesmo, a quantidade de combustível que entra no tanque é cada vez menor.
O parlamentar também focou sua cobrança na memória política do eleitorado. Ele lembrou que o desmonte de infraestruturas estratégicas, como a BR Distribuidora, teve digitais do PT ao apoiar chapas que iniciaram tais processos.
"Minha cobrança é para que o petista, que votou no 13, assuma a responsabilidade pelo que estamos vivendo hoje. Tirar o nome de Bolsonaro da reta e olhar para quem realmente está no comando agora é o mínimo de honestidade que se espera", afirmou Adilson.
